04/02/2012

MEP Europa

Por uma Europa de rosto humano


Arquivo March, 2009



rostohumano“Historicamente está provado que quando se repartem recursos estes se multiplicam: sempre que os mais ricos foram capazes de partilhar com os mais pobres, todos cresceram. Esta lógica obriga-nos a uma aposta ética e estratégica no sentido de tornar a União Europeia mais coesa, capaz de repartir recursos, tendo em conta a sua diversidade social, económica e territorial.”

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009

Laurinda Alves na Escola Bernardino Machado

Por alberto.rebolaem 27/03/2009


bernardinomachado1Foi com enorme prazer que os alunos e formadores dos cursos EFA receberam, no dia 19 de Março pelas 21h30m, a ilustre jornalista e escritora LAURINDA ALVES, aproveitando a sua breve estadia na Vila de Joane. O tema da palestra “CIDADÃO NA EUROPA” despertou grande interesse em todos os participantes e revelou-se um momento agradável e simpático de aprendizagem e convívio. Brevemente será publicado neste sítio, um texto mais abrangente acerca desta visita acompanhado de algumas fotografias.
Fica um sincero agradecimento a Laurinda Alves pela sua disponibilidade e simpatia.

Agrupamento de Escola Bernardino Machado, 20 de Março de 2009



laborCandidata independente do Movimento Esperança Portugal esteve em Oliveira de Azeméis e Ovar, de visita a instituições de solidariedade social
Foi o primeiro nome a avançar para as eleições europeias. Fá-lo pela primeira vez e com um partido recente a estrear-se em actos eleitorais. Laurinda Alves é jornalista. Foi-o na RTP, na SIC, na TSF e no jornal Público com assinalável êxito, que lhe valeu inclusivé uma condecoração do Presidente da República. Aos 48 anos, apresenta-se como cabeça de lista ao Parlamento Europeu pelo Movimento Esperança Portugal (MEP) e, na passada terça-feira, a sua campanha passou por instituições de solidariedade social de Ovar e Oliveira de Azeméis.
Há quatro meses na estrada, Laurinda Alves pretende “tomar o pulso à realidade real”. “Conheço bem a realidade actual, tenho uma proximidade grande com o Portugal profundo, mas estou a actualizar esse olhar”, disse, durante um encontro com jornalistas no Hotel Dighton.
A candidatura é encarada por Laurinda Alves como uma consequência do trabalho que vinha efectuando como jornalista, sobretudo nos últimos anos, período em que se dedicou mais ao jornalismo de causas sociais, de família e de educação, visível, nomeadamente, nas revistas XIS e Pais e Filhos. “É na política que as coisas se decidem”, justifica. Embora confesse que “não foi fácil dizer sim”, a jornalista está confiante de que, com este novo desafio, pode dar um contributo positivo.
Laurinda Alves acredita que no Parlamento Europeu fazem falta vozes mais fiéis às origens da União Europeia”, a qual assentava num projecto político e económico, mas também humano e de união de povos. A jornalista reclama um “rosto humano” para aquela instituição, em oposição a uma Europa “legislativa e excessivamente burocratizada”.
O projecto do MEP e de Laurinda Alves defende medidas concretas para gestão dos fluxos migratórios, para potenciar a aprendizagem ao longo da vida e para alargar o programa Erasmus a mais classes profissionais, como a função pública, e a mais faixas etárias.
Laurinda Alves considera “escandaloso” o facto de Portugal “andar há 23 anos de mão estendida para a Europa”. Por isso, defende que os portugueses devem retribuir o apoio através da participação nos programas de voluntariado europeu.
Na Europa faz falta nomeadamente “não falar europês”, assevera Laurinda Alves, mas sim “claro e simples”.
Para o presidente do MEP, Rui Marques, Laurinda Alves “corresponde ao perfil de personalidade que pode interpretar a política de esperança”, sendo também uma “excelente intérprete do projecto europeu”. O partido, institucionalizado em Agosto de 2008, pretende trazer uma “mais valia” para a política através do envolvimento de novas pessoas, ideias e comportamentos que não dependam da política para subsistir. “Queremos cidadãos livres para servir”, disse aos jornalistas, na passada sexta-feira.
Laurinda Alves reconhece que a sua eleição será difícil, “mas não impossível”. Confessa que gostava de contribuir, pelo menos, para que mais pessoas votassem nestas eleições. “Se o conseguir é uma conquista”, diz. A jornalista está convencida de que “são as minorias que fazem avançar o mundo”.

Fonte: Semanário Labor

Laurinda Alves defende humanismo na Europa

Por alberto.rebolaem 27/03/2009


laurindaalves1Laurinda Alves, candidata independente do Movimento Esperança Portugal (MEP) às eleições europeias, passou, na passada quinta-feira, por Famalicão. A candidata esteve primeiro no centro da cidade em contacto com famalicenses e depois, à noite, jantou com os jornalistas em Joane para dar a conhecer as razões que a levaram a abraçar a política no Parlamento Europeu.
Recorde-se que o MEP é um partido formado por pessoas da sociedade civil sem passado ligado à esfera política e essa foi uma das razões que levou a jornalista Laurinda Alves a dizer sim a uma candidatura ao Parlamento Europeu. (…)
Entre as principais medidas da sua candidatura, Laurinda Alves defende a extensão do programa “Erasmus” a outras classes sociais e não apenas para professores e alunos. “O espírito do Erasmus fez mais pelo espírito de cidadania e pelo espírito de pertença à Europa, do que fizeram muito tratados e programas de televisão”. Com efeito, sugere-se que “ em tempo de empregabilidade precária a formação ao longo da vida possa ser feita no perímetro da Europa”.
Outra medida tem a ver com os programas de voluntariado europeu. Para a jornalista desde que Portugal entrou na Europa está de mão estendida e esteve sempre a receber, agora chegou a hora de contribuir.
“Passamos a vida a ver o que a vida nos traz. Temos de ver antes o que podemos oferecer e fazermos isso numa escala individual para vermos o que podemos dar aos nossos pares, ao nosso país, à Europa e ao Mundo”. (…)

Jornal Opinião Pública, 25 de Março de 2009



entrevilasCom uma linha que define como “humanista”, a candidata do Movimento Esperança Portugal (MEP)
às europeias, Laurinda Alves diz que é necessário alargar o “espírito Erasmus” a outras profissões e idades. Diz ainda que os programas de voluntariado europeus podem ser reforçados.
“Um partido humanista e de causas”. Foi assim que Laurinda Alves, candidata do Movimento Esperança Portugal (MEP) às eleições europeias, definiu o partido. A candidata esteve em Joane para apresentar o seu programa às eleições europeias.
A candidata explicou a importância do “centro de decisão” europeu, notando que as pessoas quando falam em políticos “dizem que são todos iguais e, normalmente querem dizer que são maus e não é verdade”. “O MEP tem uma lógica de acrescentar novos protagonistas, novos políticos, nenhum de nós cresceu nas juventudes partidárias, nenhum de nós depende da política, viemos da sociedade civil”, disse Laurinda Alves.
Do contacto que tem tido com as pessoas a jornalista avançou que a “esmagadora maioria” das pessoas “está muito distante da Europa”. “Mesmo as pessoas que aderiram à Europa fizeram-no racionalmente e ainda não lhes desceu ao coração”, apontou , referindo que é necessário “aprofundar a dimensão humana”.
“As pessoas têm ideia de uma Europa muito burocratizada e muito economicista e falta aprofundar a dimensão humana, porque aquilo que fez com que esta Europa chegasse aqui foi o projecto com lógica econômica, mas também com profundidade humana. O ser humano tem de estar no centro do projecto”, atirou.
Por isso, Laurinda Alves apresenta um projecto virado para o alargamento do “espírito Erasmus”. Para a candidata às europeias é “importante” que as pessoas com “40 ou 50 anos” possam fazer “reciclagem” ao nível da formação noutros países.
Por outro lado, aponta a necessidade de “reforçar” os programas de voluntariado europeu. “Em tempo de crise é importante perguntarmos como podemos constribuir. Temos de perguntar o que podemos dar aos que nos estão próximos, ao país, à Europa e ao mundo e não ficar à espera”, concluiu.

Jornal Entre Vilas, 25 de Março de 2009



rostohumano“Os valores da solidariedade e da interdependência que sustentam o projecto da União Europeia devem ser consolidados e não podem ser pervertidos em função de lógicas economicistas ou apropriados por interesses particulares.
A União Europeia detém hoje um modelo original de democracia, mas a sua capacidade de acção num mundo cada vez mais complexo requer uma nova liderança colectiva, com uma voz comum mais afinada. Neste contexto, o MEP defende que para enfrentar estes desafios é essencial a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, com a rápida conclusão do processo de ratificação. Ainda que imperfeito, o novo Tratado permitirá dar um passo positivo no aprofundamento do projecto europeu.”

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009

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