29/07/2010

MEP Europa

Por uma Europa de rosto humano


Arquivo May, 2009

Madeira ainda tem assimetrias graves

Por alberto.rebolaem 10/05/2009


dnoticiasLíder do MEP defende uma renegociação dos fundos da UE para as Regiões 

Algumas “assimetrias gravíssimas” persistem na Região, mas há “cada vez mais capacidade de resposta”. A conclusão é de Laurinda Alves, jornalista e cabeça-de-lista do Movimento Esperança Portugal (MEP) para as eleições europeias.
Ontem, acompanhada pelo presidente do partido, esteve no Funchal para apresentar as linhas principais da sua candidatura. Entre os locais que visitou incluiu o Jardim Escola João de Deus, na Nazaré, uma escola de “referência” no seu nível de ensino.
O MEP aposta na eleição de Laurinda Alves que, no que diz respeito à Madeira, considera ser importante “compreender a realidade ultraperiférica”, o acesso aos fundos europeus e a forma como o “Governo Regional facilita ou complica”.
Com vários anos de trabalho em áreas sociais, reconhece que, na Região, há uma evolução “muito positiva”, embora ainda se mantenham algumas “realidades muito duras”.

PIB não pode ser único critério

Ao nível da UE, o líder do MEP, Rui Pereira, defende uma reabertura do “processo de negociação”, porque não concorda com o facto de, para a classificação das regiões, só ser considerado o PIB “de uma forma seca”.
O MEP considera importante uma avaliação das condições de ultraperiferia, custos de acessibilidade e limitações à competitividade económica. Laurinda Alves dá como exemplo o facto de uma família madeirense, para se deslocar ao Continente, poder pagar mais de 500 euros por cada passagem “e só receber 60 euros de ajuda”.
No que diz respeito à praça ‘offshore’, um tema que continuará na ordem do dia em Bruxelas, o novo partido defende o reforço dos mecanismos de fiscalização, já em aplicação na Madeira, mas pede prudência. “Não podemos ser ingénuos, para acabar com os offshore, têm de acabar todos ao mesmo tempo”, afirma Rui Pereira que apoia as posições do Governo da República e do Governo Regional.

MEP procura representação

O MEP tem menos de um ano de existência, mas pretende ter representação na Madeira.
“O objectivo do MEP é ter uma representação nacional. Como projecto com um ano de vida, vai sendo construído passo a passo e, seguramente, mais cedo do que tarde, teremos uma representação na Madeira”, promete Rui Pereira.

Jorge Freitas Sousa, DN Madeira, 09-Maio-2009

MEP adopta vertente humanista

Por alberto.rebolaem 10/05/2009


jornalmadeiraLaurinda Alves, candidata do Movimento Esperança Portugal (MEP), e Rui Marques, presidente deste organismo, estiveram ontem no Funchal, onde se encontraram com os jornalistas.
Na oportunidade, Laurinda Alves deixou as linhas orientadoras da sua candidatura, que se irá pautar por uma perspectiva humanista, defender causas que se prendem, sobretudo, com a realidade social.
O presidente do MEP, também presente neste encontro, manifestou a vontade daquela estrutura, criada há cerca de um ano, ter também uma representação na Região. Rui Marques disse ainda que «este é um movimento político que quer ser nacional e que quer ser também a voz daqueles que, por vezes, estão mais distantes dos centros de poder».
Para já, Rui Marques diz que tem recebido «vários contactos de cidadãos e cidadãs que se têm mostrado muito interessados numa adesão e na criação de uma representação na Madeira. Faremos essa caminhada passo a passo».

Jornal da Madeira, 09-Maio-2009

MEP traz à ESAD Laurinda Alves

Por alberto.rebolaem 09/05/2009


jornalcaldasLaurinda Alves, cabeça de lista do Movimento Esperança Portugal (MEP) estará nas Caldas nesta quarta-feira, pelas 17h30, no auditório da ESAD, para apresentar o seu programa para a europa.
Dará também uma palestra conjunta com Fernando Brízio, sobre o tema “Oportunidades da Europa e as nossas responsabilidades”.
Laurinda Alves propõe-se ser uma voz diferente na Europa, no sentido de criar uma maior proximdade entre as pessoas e o Parlamento Europeu, tendo como principal prioridade representar os anseios e as expectativas reais dos portugueses.
O programa do MEP estabelece três prioridades para a Europa: reforçar a coesão social e territorial, potenciar o desenvolvimento humano sustentável e criar uma relação solidária e interdependente entre a Europa e o Mundo.

Jornal das Caldas, 06-Maio-2009

Por uma Europa de rosto humano

Por alberto.rebolaem 09/05/2009


reconquistaLaurinda Alves apresentou sábado, dia 2 de Maio, em Castelo Branco, as linhas orientadoras da sua candidatura ao Parlamento Europeu, como cabeça de lista, apesar de independente, pelo Movimento Esperança Portugal (MEP).
A jornalista propõe-se ser “uma voz diferente na Europa, no sentido de criar uma maior proximidade entre as pessoas e o Parlamento Europeu, tendo como principal prioridade representar os anseios e as expectativas reais dos portugueses”. Reforçar a coesão social e territorial, potenciar o desenvolvimento humano sustentável e criar uma relação solidária e interdependente entre a Europa e o mundo são os três pilares fundamentais em que assenta o programa oficial do MEP e nos quais Laurinda Alves se revê.
Na sua passagem por Castelo Branco, revela que, apesar de já ter sido convidada antes, e por outros partidos, achou que era esta a altura certa para abraçar este desafio. “Tinha consciência que este desafio chegou no tempo certo, um tempo difícil, de uma crise enorme para todos, mas em que todos estamos obrigados a contribuir para o bem comum”.
Esta missão é-lhe cara porque, representará apenas “prolongar na política o que já fazia antes, como jornalista, em que fazia um jornalismo cívico, de intervenção, de causas, pelas pessoas”. E as pessoas são, de facto, para este movimento, o centro das atenções.
Laurinda Alves destaca a importância do desenvolvimento humano sustentável, uma das bandeiras do MEP, referindo que “é essencial assegurar o bem-estar das pessoas hoje, mas também no futuro”. Entre as diversas medidas que possam contribuir para esta situação, realça “a formação ao longo da vida, alargando programas de mobilidade, como o Erasmus, a outros sectores de actividade, além dos estudantes e académicos, bem como a mais faixas etárias”. Por outro lado, lamenta que “os portugueses tenham mais dificuldades que outras pessoas, de outros países da União Europeia, a aceder a informação, a programas e a apoios do Quadro Nacional de Referencia Estratégica, apenas devido ao “complicador” do sistema e ao excesso de burocracia”, pelo que defende que “é fundamental que as pessoas estejam informadas e se sintam parte da Europa, porque as instituições são importantes sim, mas se trabalharem para e com as pessoas”. Daí também um dos slogans do movimento ser precisamente: “por uma Europa de rosto humano”, porque “as pessoas têm de ser o princípio e o fim das políticas”.
O MEP centra-se nas questões sociais e, no périplo que tem feito pelo país, Laurinda Alves nota que “há mais gente a precisar de ajuda, mas também há mais pessoas e instituições a disponibilizarem-se e voluntariarem-se para ajudar quem mais precisa”.
Reconhece que “há crise, estamos a viver tempos difíceis, isso é uma realidade, mas temos de olhar para ela de forma construtiva, porque se todos assim fizerem, com certeza será mais fácil encontrar soluções”.

Lídia Barata, Jornal Reconquista, 07-Maio-2009

Laurinda Alves apresenta objectivos da candidatura

Por alberto.rebolaem 09/05/2009


gazeta_interiorA cabeça de lista do Movimento Esperança Portugal (MEP) às eleições Europeias de 7 de Junho, Laurinda Alves, deslocou-se sábado ao Distrito de Castelo Branco, para apresentar os objectivos da candidatura e os pilares do movimento partidário.
 Em Castelo Branco, Laurinda Alves, no Best Western Hotel Rainha D. Amélia, adiantou que aceitou o desafio para encabeçar a lista, porque enquanto jornalista já fazia jornalismo cívico, de intervenção social, virado para as pessoas, pelo que não há uma mudança radical, uma vez a nível político vai fazer o mesmo que fazia no jornalismo.
Considera que nesta altura de crise e de tempos difíceis é o momento de dar o seu contri-buto na política, utilizando os conhecimentos que tem do jornalismo.
Laurinda Alves defende que é preciso todos contribuirmos para ultrapassar a crise, destacando que esse não é um papel só dos políticos. O Movimento “afirma-se como protagonista da cultura melhor é possível, assumindo o compromisso de ser um factor de desinstalação face à apatia e à desistência; o porta-voz de uma árdua esperança, que convoca os portugueses a arregaçarem as mangas e vencerem os desafios que têm à sua frente”.
Uma grande aposta é na formação ao longo da vida, matéria em que é defendido, por exemplo, “alargar o programa Erasmus a vários sectores de actividade”.

Gazeta do Interior, 06-Maio-2009



comercioseixalsesimbraO «Comércio» esteve presente na conferência de imprensa de apresentação da candidata independente do Movimento esperança Portugal (MEP), Laurinda Alves, ao Parlamento europeu, na passada Terça-feira, 28 de Abril, no Seixal. Falou-se sobre os objectivos do partido e da candidatura, assim como das mais valias que este projecto poderá trazer para o contexto europeu.

Laurinda Alves tem um passado assente nos meios de comunicação, pois já praticou jornalismo para diversos órgãos de comunicação social e está a tentar transpor a sua experiência para a política, não como forma de transformar essa experiência em lucro financeiro, mas antes para promover a confiança dos cidadãos na política e nos políticos.

“Aquilo que estou a fazer na política é o que já praticava no jornalismo. um jornalismo de expressão cívica, de cidadania. Portanto, sinto que há uma lógica de continuidade e é por isso que eu também não me estranho como nova neste meio, como candidata independente pelo Movimento Esperança Portugal, que é um movimento de cidadãos, também eles independentes. Ninguém no MEP depende da política, ninguém no MEP cresceu nas juventudes partidárias, com tudo o que isso tem de virtude e também às vezes de vício. daí haver uma liberdade enorme para acrescentar uma lógica de confiança à política, porque eu acho que as pessoas reduzem os políticos à expressão mínima, em que são todos iguais e são todos iguais e são todos maus. Mas isto não é verdade, há bons e maus políticos, como há bons e maus advogados, ou bons e maus médicos. Só que a classe política, hoje em dia, está muito penalizada por alguns exemplos de maus políticos e más políticas, não só em Portugal, mas também em relação à Europa, porque esta acaba por ser uma espécie de escudo, mas ao mesmo tempo uma arma de arremesso, no sentido em que às vezes a Europa é a culpada dos nossos mal-estares, das nossas políticas desajustadas”, esclareceu a candidata.

Já mais especificamente sobre a sua candidatura, Laurinda Alves salientou a Europa está a ficar infestada com burocracias, promovendo o afastamento e o distanciamento dos cidadãos da mesma, sendo por isso necessário reforçar a expressão de cidadania no contexto Europeu e, a partir daí, lança-lo para o mundo, “próximo e distante”.

Assim, a candidata do MEP fez questão de sublinhar que “esta Europa, que para muitos é uma entidade abstracta, distante, às vezes castigadora no sentido normativo, outras vezes uma Europa que não nos ouve, ou não nos acolhe bem, porque as políticas são desajustadas, ou não fazem sentido, ou parece que não tivemos parte nas decisões. A Europa excessivamente burocratizada, onde se multiplicam as instituições e onde a dimensão humana fica por aprofundar é a Europa à qual nós queremos acrescentar valor, acrescentando uma voz de cidadania no Parlamento Europeu, que é o centro de decisão onde a nossa vida é decidida todos os dias e, centrando o nosso olhar nas origens, do projecto europeu.

Por um lado nós vemos uma multiplicação de instituições, mas por outro vemos que as pessoas estão também mais próximas.

A minha campanha tem como lema “uma Europa de Rosto Humano”, no sentido de ser fiel às origens, aos país fundadores e voltar a centrar o critério das políticas sociais, políticas, económicas e jurídicas no ser humano, focado no desenvolvimento humano sustentável, numa coesão social e territorial que tem de ser potenciada, porque só muito unidos é que nós conseguimos atravessar esta e outras crises e, finalmente, uma articulação cada vez maior com o mundo próximo e distante, com a certeza que a Europa não pode funcionar em circuito fechado, numa lógica eurocêntrica. Tem que estar aberta ao mundo. Temos de caminhar com uma voz mais forte e influente no mundo e isso só é possível se aprofundarmos a dimensão humana e tornarmo-nos mais coesos em termos de espaço geográfico, político e humano.”

Sobre a Turquia, Laurinda Alves considerou que seria “uma excelente notícia” a sua entrada para a união Europeia, porque seria a “certeza que os direitos humanos seriam acautelados. Até porque para entrar na U.E. é preciso cumprir as regras instauradas”, acrescentando que “seria também uma grande possibilidade de diálogo com o mundo islâmico, uma porta para o Oriente e mais uma possibilidade de pacificar uma zona de conflito”.

Não se evitou discutir a questão dos fundos europeus disponibilizados a Portugal e muitas vezes mal aproveitados ou devolvidos por não lhes ser dado o uso devido. Por isso, no contexto desta problemática, a candidata do MEP assume que tem de haver mais consciencialização cívica e de aproveitamento dos subsídios europeus, até porque Portugal está “há 23 anos de mão estendida”, sem contribuir nada para a U.E. e “há mais países a precisar, os países que vieram da cortina de ferro estão a precisar muito de ser acudidos, vieram de regimes com pouca liberdade, com pouca margem de escolha, com pouca tradição democrática”.

“Tenho percorrido o país todo e tenho visto projectos feitos por portugueses, inventados em Portugal, que recorreram a fundos europeus e que vão ser replicados na Europa. Isto dá-me imensa satisfação de ver, porque alguns fundos foram bem aplicados, mas depois também vejo a grande insatisfação que há entre os agricultores e pescadores, que sentem as políticas comuns, de agricultura e pescas, feitas contra eles não a pensar neles e desajustadas. Se calhar ajustadas aos pescadores espanhóis, aos agricultores franceses e alemães”, sustentou, acrescentando que “chegou a hora de começarmos a contribuir para u.E. e termos essa noção de contributo”.

Para a candidata, o projecto do modelo social europeu é algo que tem de reunir “esforços políticas e políticos empenhados” em criar estratégias para defender os cidadãos. Sendo que uma dessas estratégias passaria, do ponto de vista de Laurinda Alves, pela expressão da cidadania. É esta a mais valia que irá tentar levar para o Parlamento Europeu. “É o efeito que agora é mais facilmente perceptível depois da eleição do presidente dos Estados unidos da América, Barack Obama. O que é que ficou evidente na eleição de Obama? É que a mobilização dos cidadãos, o «juntos somos capazes» é a nossa certeza. Está nas mãos de todos nós o poder para contribuir para construir o bem comum”, defendeu.

A decisão sobre qual será o grupo parlamentar a escolhido está em aberto, devido às reestruturações do Parlamento Europeu. “Queremos atrasar ao máximo essa decisão, para não errarmos, para percebermos com clareza onde é que podemos ser eficazes”, concluiu.

Luís Mota, in O Comércio do Seixal e Sesimbra, 01-Maio-2009

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