04/02/2012

MEP Europa

Por uma Europa de rosto humano


Em destaque



sebastiaoPor Sebastião Sousa Pinto

A sala de leitura Francisco Lucas Pires foi inaugurada ontem, na biblioteca do Parlamento Europeu, em Bruxelas.

Ver notícia aqui:

http://www.tvi24.iol.pt/politica/parlamento-europeu-lucas-pires-sala-de-leitura-inauguracao-cerimonia-tvi24/1053880-4072.html

Francisco António Lucas Pires, falecido a 22 de Maio de 1998, foi o primeiro vice-presidente português do Parlamento Europeu, eleito em Janeiro de 1986, quando Portugal aderiu à então CEE (Comunidade Económica Europeia).

A cerimónia constituiu sem dúvida alguma uma merecida homenagem ao cidadão, professor e reconhecido político que foi Francisco Lucas Pires.

O entusiasmo que empenhou no projecto europeu e a visão concreta que trouxe para a Europa, baseada na defesa de princípios e valores, fez com que fosse reconhecido pelos seus pares como um dos principais e mais influentes políticos do seu tempo que ajudaram à construção daquilo a que chamamos hoje União Europeia.

A inauguração da sala de leitura Francisco Lucas Pires contou assim com a presença do presidente do Parlamento Europeu Hans Gert Pottering, vários eurodeputados e algumas dezenas de funcionários que trabalharam com o eurodeputado.
Na Europa cada vez mais se decide o nosso dia-a-dia. Pode dizer-se mesmo que o nosso futuro depende já em boa parte das decisões que os nossos representantes tomam no Parlamento Europeu.
As próximas eleições europeias e, consequentemente, a escolha dos nossos eurodeputados, ao contrário do que muitos poderão pensar, têm no contexto actual uma enorme importância, que em nada é diminuída pelo facto de no próximo dia 7 de Junho irmos eleger apenas 22 eurodeputados entre 736.
A história de Francisco Lucas Pires (e também de outros eurodeputados portugueses) demonstra por si a influência e a importância que um eurodeputado pode ter no Parlamento Europeu e que a influência do mesmo não depende nem do tamanho do país que representa, nem do partido pelo qual é eleito.
É por isso lamentável que a 65 dias das eleições o PSD e o CDS não tenham ainda apresentados os seus candidatos ou o programa eleitoral que pretendem levar a sufrágio sobre a Europa.
Tendo consciência da importância do acto eleitoral que se aproxima, o MEP apresentou há muito os seus candidatos e programa eleitoral, mostrando que melhor é sempre possível!



rostohumanoApesar dos grandes avanços conseguidos, a tendência para a burocratização, o desperdício de recursos, a tentação de excessiva ingerência em domínios necessariamente nacionais podem afastar a Europa do espírito e do projecto dos seus fundadores. Também aqui queremos ser exigentes, apostando numa fidelidade às origens e na defesa dos valores fundamentais da Europa, no respeito pela esfera de soberania própria de cada país-membro.

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009



europa“A experiência europeia dos últimos cinquenta anos terá certamente imperfeições, mas também tem provas dadas e é, por isso mesmo, um modelo que importa completar.
Neste sentido, o MEP quer contribuir para aprofundar a dimensão humana de uma União Europeia que valoriza a qualidade de vida, a sustentabilidade e a responsabilidade intergeracional.”

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009



rostohumano“Historicamente está provado que quando se repartem recursos estes se multiplicam: sempre que os mais ricos foram capazes de partilhar com os mais pobres, todos cresceram. Esta lógica obriga-nos a uma aposta ética e estratégica no sentido de tornar a União Europeia mais coesa, capaz de repartir recursos, tendo em conta a sua diversidade social, económica e territorial.”

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009



rostohumano“Os valores da solidariedade e da interdependência que sustentam o projecto da União Europeia devem ser consolidados e não podem ser pervertidos em função de lógicas economicistas ou apropriados por interesses particulares.
A União Europeia detém hoje um modelo original de democracia, mas a sua capacidade de acção num mundo cada vez mais complexo requer uma nova liderança colectiva, com uma voz comum mais afinada. Neste contexto, o MEP defende que para enfrentar estes desafios é essencial a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, com a rápida conclusão do processo de ratificação. Ainda que imperfeito, o novo Tratado permitirá dar um passo positivo no aprofundamento do projecto europeu.”

in Por Uma Europa de Rosto Humano - Programa MEP - Eleições Europeias 2009

Tratado de Lisboa

Por ARBem 25/03/2009


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Tratado de Lisboa cada vez mais longe

Eurodeputados garantem que a queda do governo checo fragiliza a ratificação do tratado

TVI14- 25-03-2009  07: 19

“Depois da queda do governo checo, que preside este semestre à União Europeia, vários eurodeputados acreditam que o processo de ratificação do Tratado de Lisboa no país, que já era incerto, está ainda mais fragilizado, refere a Lusa.

«O Tratado de Lisboa está muito fragilizado por esta situação. É um verdadeiro problema», disse o co-presidente dos Verdes do Parlamento Europeu, Daniel Cohn-Bendit, acrescentando que a Europa «não pode depender da fragilidade política de uns e outros».

O chefe dos socialistas, o alemão Martin Schulz, considerou que «o processo de ratificação deve continuar».

Para o eurodeputado conservador alemão Elmer Brok, o primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, «perdeu toda a capacidade de pressionar o Senado» do seu país, que deverá pronunciar-se sobre o Tratado de Lisboa no Outono, o que pode significar «a morte do processo de ratificação».

O presidente do Partido Popular Europeu, Joseph Daul, considerou que «a Europa precisa de uma liderança forte, sobretudo em tempos de crise». «Ora, um governo que assume a presidência da UE e que está privado de confiança não pode assumir essa liderança», afirmou.”

Programa MEP para as Eleições Europeias

“União Europeia detém hoje um modelo original de democracia, mas a sua capacidade de acção num mundo cada vez mais complexo requer uma nova liderança colectiva, com uma voz comum mais afinada. Neste contexto, o MEP defende que para enfrentar estes desafios é essencial a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, com a rápida conclusão do processo de ratificação. Ainda que imperfeito, o novo Tratado permitirá dar um passo positivo no aprofundamento do projecto europeu. ”

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