Num processo que se tem vindo a arrastar, o Estado angolano bloqueou os vistos de entrada aos jornalistas portugueses da SIC, Expresso, Visão, Público e Rádio Renascença, que pretendiam cobrir as eleições desta 6ª feira.
Tratando-se de um Estado com quem Portugal tem relações privilegiadas e que integra connosco a Comunidade de Países de Língua Portuguesa, tal gesto corresponde a uma atitude hostil inaceitável, não só em relação aos meios de comunicação social referidos, mas também em relação a Portugal.
As relações com Angola constituem um activo relevante para os interesses nacionais. São conhecidos os interesses estratégicos, políticos e económicos de Portugal na relação com este país africano. Mas mal vai um País que não reage perante gestos inamistosos, particularmente vindos de um País amigo.
Assim, o MEP defende que o Governo português, através dos canais diplomáticos próprios, deve apresentar uma nota de protesto junto do Estado angolano, pela recusa do visto aos jornalistas portugueses. Se não o fizer, estará a pactuar com uma atitude inaceitável em relação a Portugal e a instituições portuguesas.
Relaccionados
- CNIS - Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade - Combate à pobreza e inclusão social
- MEP apresenta propostas para a protecção da criança
- Participe nos Tempos de Antena da Campanha de Laurinda Alves
- MEP - 1º partido a apresentar o programa para as Eleições Legislativas
- Sessão de apresentação de Laurinda Alves em Lisboa, dia 14







O MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL é construído por todos(as) aqueles(as) que se revêem no... 