Precisamos de passar do subsídio ao contrato; da rotina à inovação social; da dependência à autonomia; dos balanços intuitivos à avaliação rigorosa dos resultados, da exclusiva reivindicação de direitos à ética dos deveres e de mais Estado a mais sociedade civil.

Para cumprir o desígnio de “uma mesa com lugar para todos”, Portugal precisa de encontrar uma nova Agenda Social que garanta uma maior inclusão e coesão social e que o faça de uma forma inovadora.
A nova Agenda Social deve ambicionar não deixar ninguém para trás, colocando cada um/a num caminho de auto-sustentabilidade; deve promover uma mesa com lugar para todos, para a qual todos são chamados a contribuir.
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