Votar no MEP é desperdiçar o voto?
Nenhum voto é desperdício. Todos os votos têm igual dignidade. Não há votos de 1ª e de 2ª.
Cada voto expressa a decisão livre e autónoma de cada eleitor(a). É um voto de apoio a um programa e delega a sua representação num eleito.
Votar deve ser um acto de convicção e não uma expressão do mal menor ou de voto contra.
Ao limite, nesta lógica perversa, a única forma de não desperdiçar votos é ter um partido único.
Mas não é melhor votar útil num grande partido?
Já se iniciou a pressão junto dos eleitores, por parte dos grandes partidos para que votem útil. Todos conhecemos este discurso. Há trinta anos que o ouvimos. Para não ir mais longe pensemos nos últimos actos eleitorais. Muitos portugueses votaram útil para eleger o PS (em 2005) ou o PSD/CDS (em 2002). É tempo de avaliar. Valeu a pena esse voto útil?
O único voto útil é aquele que segue a nossa consciência, para além de visões calculistas. O único voto útil que vale a pena é o que apoia ideias para o futuro do país com as quais nos identificamos! Por isso, para muitos eleitores que vão votar no MEP, esse é o verdadeiro voto útil!
Os que votaram branco ou se abstiveram podem votar MEP?
6 milhões de eleitores não foram às eleições europeias. Outros 150.000 portugueses decidiram votar em branco. Este desagrado é compreensível e tem razões óbvias em relação ao que já conhece. Os partidos clássicos já não merecem a sua confiança.
O voto no MEP pode ser uma alternativa para quem está cansado dos partidos tradicionais. Com o voto em branco transformado agora num voto no MEP, pode ser feita uma aposta na renovação.
Para que serve um pequeno grupo parlamentar do MEP na AR?
Uma voz do MEP no Parlamento será sempre uma expressão de renovação do sistema politica, da política pela positiva concretizada em propostas concretas a partir do Programa eleitoral do MEP. O MEP, ainda que com pequena expressão númerica, será sempre uma voz da consciência, uma voz dos que não têm voz, uma voz livre e fiel à defesa do bem comum. A voz do MEP na AR pode ser muito mais importante do que o número de deputados que a personificam.
O MEP vai ser muleta de alguém?
Não. O MEP tem uma existência autónoma, fará o seu caminho, concorrendo sozinho a estas eleições, com o seu programa e os seus candidatos em todo o País. Como se tem provado neste ano de vida, não existe para fazer fretes a ninguém, nem para ser muleta.
O MEP quer ir para o Governo?
Em 2009, o objectivo do MEP é eleger um pequeno grupo parlamentar e ser a voz da política da esperança no Parlamento. Na Oposição será uma força de construção. Criticará quando tiver que criticar e elogiará quando for o caso. Fora do Governo poderá cumprir um papel importantíssimo, pois é tão importante um bom Governo, como uma boa oposição.
Em próximos ciclos eleitorais, o MEP espera vir a ter a confiança dos portugueses para governar. Mas agora é tempo de aprender, de institucionalizar o MEP e iniciar uma renovação na política em Portugal.
Se o MEP não eleger ninguém o que é que acontece?
O MEP vai eleger nas próximas legislativas. Mas se isso não acontecesse seria sinónimo que os portugueses não tinham considerado a proposta do MEP suficientemente válida para entrar no sistema político português. O MEP deveria então repensar o sentido da sua existência...mas o MEP vai eleger, de certeza, para a Assembleia da República.
O MEP é um partido católico?
Não. Não há partidos católicos. Há católicos em vários partidos. O princípio da separação política/religião, com respeito mútuo, deve consolidar-se. O MEP é um projecto humanista, de raiz personalisao desejado nem ser factor de risco para a unidade e coesão nacionais.
Como é que o MEP se financia?
O MEP não tem financiamento público. O seu financiamento resulta das quotizações e donativos dos membros do MEP e de amigos, bem como do recurso a empréstimos junto de Bancos, avalizados por membros do MEP.
O que pensa o MEP da regionalização?
O MEP é favorável à regionalização, em respeito ao princípio da subsidiariedade. A regionalização pode favorecer o desenvolvimento regional, a maior proximidade aos problemas das populações e uma melhor canalização dos recursos para as prioridades. No entanto, o processo de regionalização não pode ter um efeito inverso
Relaccionados
- Perfis de exclusão / Propostas de inclusão - Toxicodependentes
- Sol Sem Fronteiras - Associação de Solidariedade Jovem Sem Fronteiras
- Estratégias diferenciadas podem ajudar a integração na Escola
- MEP "vai estar no Parlamento" na próxima legislatura - Rui Marques
- MEP apresenta Política da Esperança em Algueirão/Mem Martins








O MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL é construído por todos(as) aqueles(as) que se revêem no... 